Formal vai à Câmara, mas não fala


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O ajudante-geral desempregado Amarildo Formal, que seria o autor da carta que cobra uma atitude dos vereadores contra os petistas Gilson Pelizaro e Silas Cuba por quebra de decoro parlamentar, foi ontem à Câmara, conforme havia prometido. Mas ficou pouco. De acordo com o repórter Renato Valim, da rádio Franca do Imperador, a visita durou menos que cinco minutos. Formal teria chegado à Câmara por volta de 16 horas. Após observar a sessão por alguns instantes e perguntar onde estava o vereador Jepy Pereira (PSDB), ele foi embora e não mais foi visto. O vínculo entre Formal e Jepy parece ser forte. Tanto que o tucano disse que a representação no Conselho de Ética protagonizada por Marcelo Mambrini (PMN) e ele próprio contra Gilson Pelizaro (PT) foi iniciada após carta de Formal. A denúncia ocorreu após uma distribuição de panfletos do PT criticando a Câmara pela aprovação do contrato da Prefeitura com a Sabesp. Em um português bem mais simples que o utilizado nos e-mails que invariavelmente manda ao Comércio para contestar matérias do jornal, o desempregado disse que “foi à Câmara e entregou o papel lá, pois queria que investigassem a ética deles”.

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