“Foi um minuto de bobeira”, diz acusado à polícia


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Jonatas não quis falar com a reportagem sobre sua preferência sexual por crianças e se limitou a dar informações apenas para a polícia. Acompanhado de um advogado, foi cauteloso no interrogatório e não falou sobre outros supostos abusos contra menores. Disse à polícia ter conhecido o menino no começo do ano e que ele passou a freqüentar sua casa com outras crianças para jogar no computador que ficava em seu quarto. “Passamos a conversar até que eu consegui que ele abaixasse a calça. Em seguida, passei a chupar o seu pênis. Registramos as cenas em meu celular. Também permiti que ele colocasse o pênis em minha bunda, mas não consumamos o ato, pois meus primos estavam dormindo em casa”. Contou que o menino teria dormido em sua casa com os seus primos e que eles não presenciaram nada. As fotos tiradas pelo celular foram arquivadas em seu computador. Alegou não haver outras e negou que tenha divulgado as imagens pela Internet. “Não sei como foram extraídas do meu computador e repassadas para outras pessoas. Também não ofereci vantagens ou dinheiro para que o menino praticasse os atos libidinosos comigo”, finalizou em seu depoimento. Durante rápida participação no programa Fale Sem Medo, da Rádio Difusora, apresentado por Marcelo Valim, disse que o abuso foi um “minuto de bobeira”, que estava arrependido e que não tem problemas mentais. Pediu desculpas aos familiares da vítima.

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