Li na Agência Estado que o Nordeste produziu mais sapatos femininos no ano passado do que o Rio Grande do Sul. Daqui a pouco também Franca será suplantada com folga, porque a indústria calçadista é migratória por natureza. Fatos como esse contribuem ainda mais para o definhamento desta nossa já tão pobre indústria. Curioso é que os industriais do calçado ainda se acham príncipes.
Djalma Jorge
é leitor do Comércio da Franca
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