Presos fazem refém e ateiam fogo na cadeia


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Só quem convive com a realidade, sabe como é: um barril de pólvora! Na tentativa de ressocializar o Estado joga jovens dentro de jaulas, sem orientação psicossocial nem trabalho. São então, cooptados por “organizações não governamentais” que dizem, dão suporte ao jovem delinqüente e à sua família. Isso não seria necessário se o governo não passasse a responsabilidade para “ONGs” e tomasse as rédeas da situação. Leis penais e processuais mais severas é o que precisamos desde que me entendo por gente! (Leia a matéria que deu origem ao comentário em http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=27298) Olney é leitor do Comércio da Franca ***** Onde não tem comando, resta a balbúrdia! A arma citada na matéria, como entrou no presídio? Só a polícia não sabe... Com certeza abrirão sindicância para averiguar as possibilidades. É uma comédia. Carlos César Oliveira é leitor do Comércio da Franca ***** “Ainda bem que não têm um líder”, disse o delegado Wanir José da Silveira Júnior, comandante do GOE (Grupo de Operações Especiais). Errado! A polícia é que tem que liderar lá dentro, senhor delegado. Rafael Silva é leitor do Comércio da Franca

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