‘Eu estava com medo de estar grávida’, diz


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Maria (nome fictício), 11, é uma menina humilde, fala baixo e costuma olhar para baixo com as unhas na boca enquanto conversa. Observada de longe, aparenta ser mais velha, é encorpada. Em entrevista ao jornal, ela contou o que aconteceu. Comércio da Franca - O que aconteceu na quarta-feira? Garota - Eu tinha enforcado aula, minha mãe descobriu, fiquei com medo de ela ir lá e me bater, aí eu bebi “Kiboa” (água sanitária). Comércio - Quantos dias faltou e por quê? Garota - Três. A minha amiga pediu e eu faltei. Comércio - Teve idéia de beber água sanitária como? Garota - Porque fiquei com medo da minha mãe me bater. Comércio - Ela já bateu em você alguma vez? Garota - Ah, bate um pouco só. Comércio - Com o quê? Garota - Com a mão só. Comércio - E por que você ficou com medo a ponto de beber água sanitária? Garota - Fiquei com medo dela me bater muito. Comércio - E você tomou quanto? Garota - Dois goles. Meio copo, por aí. Comércio - O que você sentiu? Garota - Meu estômago começou a embrulhar e minha cabeça ficou doendo. Comércio - Você também tentou cortar os pulsos. Por quê? Garota - Por que eu estava com medo de estar grávida. Comércio - Você perdeu a virgindade quando? Garota - No mês retrasado. Comércio - Por que desconfiou da gravidez? Garota - Porque todo mundo ficou falando, minha mãe queria que eu fizesse o exame e aí fiquei com medo. Comércio - Você se arrepende? Garota - Arrepende (sic). Comércio - O rapaz é seu namorado? Garota - Não. Comércio - Durante a relação, vocês usaram o preservativo? Garota - Usaram (sic). Comércio - Por que você ficou com medo de estar grávida? Garota - Porque minha mãe pediu para eu fazer o exame e fiquei com medo.

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