Vergonhoso. Não poderia ser de outra forma expressado o sentimento em relação ao caso Mambrini. Pra que elegemos pessoas que quando precisamos deles, sempre têm outros compromissos?! Casos de Graciela e Chinaglia...Porém, alguns votos são previsíveis; caso de Ruy Engrácia, por exemplo. Como um advogado que defende uma pessoa como Adriana Tellini pode ter credibilidade em uma votação dessas? Sem contar o próprio voto do Mambrini... Alguém realmente tinha esperança em que ele iria votar contra si e a favor da justiça?
Guilherme Alves de Andrade
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Que vergonha! Mais uma vez tudo acaba em pizza. É impressionante que no Brasil em todos os níveis de governo existam a bagunça,os acordos, as falcatruas, a corrupção. Esta é a pior Câmara que Franca já teve. Mas a população vai se vingar de vocês seus biltres (sic)!
Gustavo A. Fonseca
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Sargento Mambrini, como o senhor ainda tem coragem de se pronunciar? Ficou louco, ou nos está chamando de burros? Quem tem toda essa hombridade que diz ter nunca seria alvo de perseguições. Quer dizer que além de confiscar parte dos salários de assessores, o senhor ainda é contra o pagamento de horas extras aos servidores? Pelo que sei o pagamento de horas extras trabalhadas é um direito do trabalhador, ou o senhor por acaso está acima da lei? Parabéns ao Comércio que soube expressar toda a nossa indignação na cobertura desse vergonhoso episódio. O senhor tem razão, não se trata de pizza, é cambalacho mesmo, o termo "pizza" é para poupar os impropérios pertinentes ao caso, aliás o Legislativo francano deveria pensar bem antes de abrir uma filial da "pizzaria" de Brasília aqui em Franca, porque o "paladar" do povo francano é bem diferente do resto do país.
Rosa Santa Batista
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Prezados senhores. Muito cuidado quando vocês falam de "pizza", porque não se pode condenar qualquer pessoa quando não se há provas e também quando não se pode esquecer que a denúncia contra a minha pessoa, juntamente com as pessoas que arquitetaram tudo isso, poderá ter questionamentos junto à justiça. Prejudicar alguém é muito fácil, basta jogar uma informação e pronto. Sempre estive de cabeça erguida e nunca me curvei ante as ameaças das pessoas que não gostam de mim, especialmente alguns servidores daquela Casa de Leis os quais deixaram de receber pelas vergonhosas horas extras que nunca eram cumpridas integralmente e esta medida moralizadora que tomei, gerou economia de quase 150 mil ao ano. Por que a ex-assessora denunciou o caso somente depois de ter sido despedida? Como se explica, nem mesmo o sogro da referida ex-assessora não ter conhecimento de tal fato sendo que foi este que a indicou ao cargo após recusar o convite que lhe foi feito? Acho que ela deveria ter relatado a ele tudo isso, não é verdade? E quanto ao companheiro dela, que foi policial militar, será que ele não sabia do fato também ou se sabia por que não tomou as providências necessárias? E sobre as testemunhas que disseram que apenas "ouviram dizer", será que isto é suficiente para incriminar alguém? Então meus senhores, o que eu tenho a pedir é o seguinte: Por favor, me dêem uma trégua, me deixem trabalhar em paz. Os vereadores fize-ram com muita responsabilidade o seu trabalho, ou seja, os que entende-ram pelo arquivamento votaram e os que não entenderam, ou não qui-zeram entender, também votaram, portanto, vamos nos preocupar com ou-tras coisas mais importantes, é o favor que eu lhes peço. Muito obrigado.
Marcelo Mambrini
Vereador
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