Governo federal abre 900 vagas para jovens


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Os jovens carentes de Franca e região terão em breve uma oportunidade de se preparar para o mercado de trabalho e desenvolver seus potenciais. Por meio de parcerias com os municípios, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome pretende, até junho, implantar o programa ProJovem Adolescente. A idéia é que ele funcione como uma ONG (Organização Não Governamental) ao oferecer atividades complementares em diferentes áreas como cultura, saúde, esporte e lazer, meio ambiente, cidadania e inclusão social. O programa atenderá jovens de famílias pobres ou em situação de risco social que tenham entre 15 e 17 anos. A prioridade é atender adolescentes inseridos no programa Bolsa Família. Em toda a região, serão 900 beneficiados. A forma e o período de seleção dos jovens ainda não foram divulgados. O que se sabe é que, para as aulas, eles serão reunidos em grupos com 25 integrantes cada. As atividades acontecerão nos Cras (Centros de Referência de Assistência Social) de cada cidade participante no período contrário ao de aula dos jovens inseridos no programa. Em Franca, serão 425 vagas divididas pelos cinco Cras da cidade. A data de lançamento do programa ainda não foi definida. “Primeiro, a equipe técnica participará de uma capacitação em abril. Em seguida, divulgaremos a abertura das inscrições, as atividades que serão oferecidas e como ocorrerá o processo de seleção”, disse o secretário municipal de Desenvolvimento Humano e Ação Social, Roberto Nunes Rocha. As demais 475 vagas da região serão divididas entre 11 municípios vizinhos. Para implantar o projeto, os municípios contemplados, além de possuir pelo menos um Cras em funcionamento e reunir, no mínimo, 40 adolescentes cujas famílias recebam o Bolsa Família, também precisaram colocar à disposição um espaço físico para desenvolvimento das atividades, mobiliário compatível e espaços abertos, como quadras ou praças. Em contrapartida, o governo repassará mensalmente às cidades, R$ 1.256,25 para cada grupo de 25 jovens. “Queremos ampliar a escolaridade desses jovens e valorizar a juventude. Vamos investir no programa e acompanhá-lo para que ele ofereça atividades qualificadas que estimulem o jovem carente a descobrir sua vocação”, disse Aidê Almeida, coordenadora do programa no Ministério.

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