Acusado por latrocínio é preso a 1,2 mil quilômetros de Franca


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Corpo do cabeleireiro Benedito Estevan foi encontrado no quintal da chácara pelo acusado do crime, Francisco de Assis Honório, preso no Estado do Tocantins
Corpo do cabeleireiro Benedito Estevan foi encontrado no quintal da chácara pelo acusado do crime, Francisco de Assis Honório, preso no Estado do Tocantins
A ousadia de um vendedor de sapatos custou caro. Acusado de participação de latrocínio - roubo seguido de morte - em Franca, ele foi ofe-recer seus produtos em uma delegacia no interior do Tocantins. Não deu outra: Mesmo estando distante do local do crime, foi descoberto e recolhido à cadeia. O vacilão é Francisco de Assis Honório, 42, morador no Parque Vicente Leporace. Ele foi indiciado pela morte do sócio, o cabeleireiro Benedito Estevan de Andrade, 54, ocorrida há quatro meses. O vendedor de sapatos foi preso na cidade de Gurupi (TO), distante 1.235 quilôme-tros de Franca. Francisco é acostumado a trabalhar naquela região como vendedor “pica-pau”. Vai de porta em porta dos estabelecimentos mostrando suas novidades. Tem uma boa clientela na cidade com pouco mais de 75 mil habitantes. Na tarde de segunda-feira, ele resolveu dar sopa para o azar. Francisco, acusado de envolvimento no assassinato foi oferecer seus produtos na de-legacia da cidade. Assim que os investigadores de Gurupi tomaram conhecimento da situação do acusado, efetua-ram sua prisão e o recolheram em uma das celas da cadeia local. De acordo com informações da polícia de Tocantins, Francisco já teria sido visto outras vezes, até mesmo vendendo sapatos para autoridades locais. O mandado de prisão temporária foi expedido pela Justiça no mês de novembro e já estava vencido, mas um novo pedido foi impetrado no Fórum de Franca e a prisão preventiva foi decretada. Francisco foi indiciado pelo crime de latrocínio e estava fo-ragido. “Ele é um dos autores da morte do cabeleireiro Benedito Estevan. O Francisco e mais dois homens, que estão presos, mataram o cabeleireiro para roubar R$ 18 mil dele. O crime foi numa chácara, onde funcionava um bingo clandestino”, completou o delegado Wanir.

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