Desde o dia do assalto, o delegado Márcio Garcia Murari e os investigadores Lourival Júnior e Paulo Rezende estão empenhados em esclarecer o crime. Saiba detalhes.
Comércio - Quais foram as provas que levaram a Justiça a decretar a preventiva de Adriana Telini?
Márcio Murari - Por meio da relação de telefonemas, descobrimos que a ligação que o Luciano recebeu no interior do escritório, no momento em que escolhiam as jóias, partiu de uma residência da Rua José Bartoci, endereço este que Robinho deu como seu quando comprou e habilitou um celular. Além disso, o morador confirmou que Robinho, naquele dia,às 10h55, ligou para o Luciano no escritório da Adriana Telini. Logo em seguida, ele saiu para fazer o assalto, juntamente com o comparsa Sassá.
Comércio - Na sexta-feira, 22, a equipe da DIG esteve em Hortolândia e deteve o noivo da advogada para averiguação. O que aconteceu naquele dia?
Márcio Murari - Realizamos um diligência em Hortolândia na tentativa de prender o Robinho. Conseguimos localizar o Luciano e o conduzimos à delegacia. Apreendemos em seu poder uma corrente de ouro. Trouxemos o material para Franca e a vítima reconheceu como sendo uma das peças roubadas diante do escritório de Adriana Telini.
Comércio - O que significa a prisão preventiva decretada pela Justiça?
Márcio Murari - Significa que eles devem ficar presos até o julgamento. Significa que a liberdade deles, certamente, atrapalhará a aplicação da lei e, principalmente, a garantia da ordem pública. Vocês são testemunhas que este crime trouxe um clamor público generalizado na cidade.
Comércio - A Adriana Telini é considerada uma fugitiva?
Márcio Murari - Até o presente momento, sim. Ela está foragida da Justiça. Não só ela, mas o noivo, o Robinho e o Sassá. A Bruna, secretária da advogada, não teve a prisão decretada.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.