Um dos casos que engrossam a lista de furtos de veículos ocorreu no último dia 9. O aposentado Djalma Flauzino parou seu carro, um Fusca 1982, placas CXK-0725, na Rua Padre Anchieta por volta das 9h20 para ir até uma lotérica. Meia hora depois, veio a surpresa: seu veículo não estava mais lá.
Apesar do pouco valor financeiro, Djalma sofreu um “baque” com a perda. Também não é para menos. Ele comprou o carro um ano depois de sua fabricação e desde então tomava conta dele como se fosse um filho. “Era uma vida, mais de 24 anos juntos. É um carro muito cobiçado. Quando dava uma limpada, muita gente parava na rua, perguntava se não queria vender”.
A filha de Djalma, a farmacêutica Géssia Flauzino, ressalta o que foi o furto para seu pai. “Ele ficou muito assustado. Não esperava, porque era um Fusca, né. Ele tinha um valor muito mais sentimental do que financeiro”. O destino do carro, para Géssia, é certo. “É para desmanche, né. Não tem outra explicação”.
Djalma chamou então a polícia, fez o boletim de ocorrência e aguarda, sem muita esperança, uma resposta sobre seu veículo. “Fiz o Boletim de Ocorrência, mas carro, parece que é só fazer boletim de ocorrência. Pegar, eles (a polícia) não pegam ninguém”.
A opção que lhe resta agora é comprar um outro veículos, mas ele diz que não quer mais o mesmo modelo. “Um Fusca igual eu não vou achar, então vou comprar outro carro”.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.