‘Enchi a cara dele de alegria’


| Tempo de leitura: 1 min
O empresário Cláudio Magno de Jesus é dono de uma fábrica de bolsas, que funciona junto a sua residência, ao lado de onde está sendo construída a nova sede do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais. Ele confessou que agrediu o sindicalista José Nhozinho Ramos, o “Paraná”, mas porque ele havia lhe xingado pelo telefone. Comércio da Franca -Como começou a briga? Cláudio Magno - Eu liguei para o engenheiro da obra questionando sobre meu muro e a demora. Ele disse que a culpa era do “Paraná”. Chegou a falar que a obra estava embargada e que o empréstimo do banco não tinha saído. Comércio - Você falou com o Paraná por telefone? Cláudio Magno - Liguei. Ele me desacatou e falou que eu não era homem e que era um filho da p... e um safado. Aí, quando ele chegou aqui, ele olhou para minha cara eu olhei para cara dele e começamos a brigar. Comércio - Você agrediu o presidente do sindicato? Cláudio Magno - Bati sim. Eu enchi a cara dele de alegria. Comércio - Tudo por causa do muro? Cláudio Magno - Ele destruiu a parede, desligou meu alarme e falou que iria arrumar tudo direitinho. Chegou a me dar um cartão dele. O prazo amigavelmente não foi cumprido.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários