O empresário Cláudio Magno de Jesus é dono de uma fábrica de bolsas, que funciona junto a sua residência, ao lado de onde está sendo construída a nova sede do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais. Ele confessou que agrediu o sindicalista José Nhozinho Ramos, o “Paraná”, mas porque ele havia lhe xingado pelo telefone.
Comércio da Franca -Como começou a briga?
Cláudio Magno - Eu liguei para o engenheiro da obra questionando sobre meu muro e a demora. Ele disse que a culpa era do “Paraná”. Chegou a falar que a obra estava embargada e que o empréstimo do banco não tinha saído.
Comércio - Você falou com o Paraná por telefone?
Cláudio Magno - Liguei. Ele me desacatou e falou que eu não era homem e que era um filho da p... e um safado. Aí, quando ele chegou aqui, ele olhou para minha cara eu olhei para cara dele e começamos a brigar.
Comércio - Você agrediu o presidente do sindicato?
Cláudio Magno - Bati sim. Eu enchi a cara dele de alegria.
Comércio - Tudo por causa do muro?
Cláudio Magno - Ele destruiu a parede, desligou meu alarme e falou que iria arrumar tudo direitinho. Chegou a me dar um cartão dele. O prazo amigavelmente não foi cumprido.
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