Sem dinheiro, devedores fogem


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Convivemos com essa situação há algum tempo (leia em http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=26661). O pai de minha neta está em situação irregular há mais de 3 anos. O valor estipulado pelo juiz é de um salário mínimo, mas o pai envia, quando quer, R$ 80. Já fez vários depósitos nos caixas eletrônicos de bancos constando o valor do salário mínimo, mas quando o envelope é aberto, tem apenas R$ 1 ou então não tem nada. Sabemos o telefone dele mas não tem endereço fixo e o oficial de justiça não o encontra. A mãe dele diz que não sabe de seu paradeiro. Não entendo a morosidade em expedir, contra ele, mandado de prisão. Felizmente nada falta à minha neta, pois em casa todos trabalhamos, mas a presença do pai é fundamental à criança. Ele teve contato com a menina até quando ela fez 3 anos e meio, mas se casou com uma advogada aqui de Franca e a mesma não permite que ele veja a filha e nem outra criança, um menino, que tem na cidade de Capitólio (MG), cidade onde residem seus avós paternos. A morosidade da Justiça é revoltante. Débora é leitora do Comércio da Franca

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