Notícias como essas só causam tristeza (leia em http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=26872). Um playboyzinho (sic), que tinha frascos de lança-perfume no carro, praticamente acaba com a vida de um trabalhador e ainda tenta se evadir do local dos fatos. Tudo foi filmado, mas o papai conseguiu livrá-lo do flagrante! (sic). Como podemos aceitar? Isso é uma afronta aos cidadãos direitos! É um chute no estômago das vítimas! Com certeza o atropelador deve estar agora em algum lugar muito luxuoso enquanto o frentista e seus familiares sofrem.
Freddy
é leitor do Comércio da Franca
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A respeito deste trágico acidente, o que mais revolta é o fato da Justiça ser muito tolerante quando trata de pessoas que têm nomes ou sobrenomes conhecidos ou que pertençam a classes sociais altas. Pobres ou algum “zé-ninguém” estariam presos desde o momento do acidente. Ao que me consta, ninguém que represente a justiça foi até o frentista atropelado ou à sua família perguntar se precisam de algo, ajuda material ou psicológica para superar os tristes problemas que estão vivendo. Triste. Basta inverter: se fosse o frentista a atropelar o riquinho (sic), estaria preso. A polícia não iria nem querer saber quem eram seus pais ou sua família.
Norival Miguel Campos
é leitor do Comércio da Franca
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