O PPS quer unir forças ao PMDB para tentar derrubar o favoritismo do prefeito Sidnei Rocha (PSDB) à reeleição no próximo pleito municipal, em outubro. Outros partidos foram sondados, como PV, PMN e PHS, mas o foco principal seria uma união de seu pré-candidato, o advogado e empresário André Jorge, com o vereador Marcelo Caleiro (PMDB), favorito de seu partido para disputar a Prefeitura.
Jorge disse que a população “pede renovação” e faz muitos elogios a Caleiro, sem disfarçar a vontade de tê-lo como companheiro de palanque. “Sou parcial para falar. Gosto do Marcelo, sou seu amigo.
Nossos pais têm uma relação fraternal. E nós dois não temos vaidade, aquele negócio de ‘eu vou ser prefeito e você vice’”, disse.
O advogado afirmou, também, que alheio à costura com o PMDB, o PPS não deverá se demover da iniciativa de lançar candidatura própria. “Esta foi uma decisão que o diretório tomou em 2006. De lá para cá, a gente tem se reunido sempre em busca de boas opções. No final, meu nome foi apontado. Fico feliz em ter a confiança dos membros”, afirmou.
Marcelo Caleiro desconversa e diz que prefere aguardar o fechamento das coligações para se posicionar oficialmente. “Temos conversado com o PPS, mas ainda está muito cedo. Não temos nada definido ainda. Definições mesmo, só acontecerão mais adiante.
Tudo, por enquanto, são só bastidores. Mas o André é um cara que conheço, uma pessoa excelente”, disse o vereador.
Antes do “namoro” com o PMDB, o PPS já havia conversado também com o PSB, em especial com o presidente local do partido, o deputado federal Marco Aurélio Ubiali. As conversas não teriam evoluído porque a maioria dos peessebistas da cidade apóiam a idéia de um candidato próprio, que poderia ser o próprio Ubiali ou o presidente da Câmara, Joaquim Ribeiro.
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