Mulher de sargento afirma ter sido cantada por vítima


| Tempo de leitura: 1 min
VERSÃO SOB SUSPEITA - O sargento Vicente de Paula Rezende disse que matou sapateiro por ciúmes: Polícia acredita em crime premeditado
VERSÃO SOB SUSPEITA - O sargento Vicente de Paula Rezende disse que matou sapateiro por ciúmes: Polícia acredita em crime premeditado
Apontada como a pivô do assassinato ocorrido no último domingo, no feirão de veículos, a dona de casa SBR prestou depoimento ontem aos policiais da DIG (Delegacia de Investigações Gerais). Ela é a mulher do sargento reformado da Polícia Militar, Vicente de Paula Rezende, 51. Preso minutos após matar com cinco tiros o sapateiro Mauro Ramos da Silveira, 47, ele alegou que a vítima teria cantado sua companheira. A pivô do crime tem se recusado a falar com a imprensa. Durante o interrogatório à polícia, ela ratificou a versão do marido e disse ter sido vítima de assédio. As supostas cantadas do sapateiro teriam começado há três meses e aconteceram em um ponto de ônibus. “Ela afirmou que a vítima a teria cantado e convidado para sair em três oportunidades diferentes. A mulher relatou os fatos ao marido e alegou que ele apenas foi conversar com o Mauro e que não teria feito ameaças a ele. Por fim, negou ter filho fora do casamento”, contou o delegado Márcio Murari. Na próxima semana, a equipe da DIG vai ouvir os parentes da vítima para tentar esclarecer as reais causas do assassinato. Também deverá realizar a reconstituição do crime. O sargento permanece recolhido no presídio Romão Gomes, em São Paulo. Ele alegou ter perdido a cabeça. “No momento, o sangue ferveu e fiz esta besteira. Estou arrependido”. Para a Polícia, a versão dele não é convincente. “Familiares disseram que a vítima já vinha sendo ameaçada. Temos indícios de que ele planejou o crime e foi com o intuito de ceifar a vida da vítima”, finalizou o delegado.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários