Educação de Franca entre as 100 piores do estado


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Fico triste com os índices do Seade. Como educadora, devo grande parte de minha (boa) formação às escolas francanas. Penso que não é hora de ficar julgando ou procurando culpados. É hora de agir, rever procedimentos, estratégias; lutar para que o sentimento forte de comunidade que une todos os francanos prevaleça e priorize a educação. A responsabilidade é de todos. Cada um tem que cumprir efetivamente seu papel. O aluno da escola pública de Franca – sem pensarmos se é municipal ou estadual – tem que ser visto como cidadão francano em formação. Márcia Regina da Silva Fernandes é leitora do Comércio da Franca ***** Para a cidade que era chamada de ‘Atenas da Alta Mogiana” é lamentável a situação em que se encontra hoje o sistema educacional francano. De quem a culpa? Como mudar a situação? Quais as possíveis soluções? Infelizmente a reportagem confirma o que nós já percebíamos no contato com nossos filhos e netos, com os universitários, com os professores, a maioria despreparada e desmotivada. Sugiro que o assunto seja aprofundado, pois se não contarmos com a imprensa será difícil sensibilizarmos a classe política, para a indispensável busca de soluções. Odair Neves é leitor do Comércio da Franca ***** É lamentável o estado de abandono e descaso em que se encontra a educação francana. Dirigentes de ensino sem caráter e sem competência, diretores escolares omissos, vandalismo nas escolas, desinteresse dos pais dos alunos. Tem-se uma geração inteira de estudantes perdida. E, pior, assim, tudo continua como sempre, sem nenhuma perspectiva de alteração. Se queremos melhoras, deveríamos começar por remover as pessoas que já tiveram sua chance e demonstraram não serem capazes de modificar coisa alguma, mas que apenas querem maquiar números, falsificar estatísticas e perseguir os que insistem em dizer a verdade. César Ricardo de Andrade é leitor do Comércio da Franca

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