Franca e Itirapuã registram primeiros casos de dengue


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As cidades de Franca e Itirapuã registraram os primeiros casos de dengue do ano na região. Os dois casos, sendo um em cada município, foram confirmados ontem pela Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo. A Vigilância Epidemiológica de Franca ainda aguarda o resultado de outros seis casos suspeitos registrados na cidade. Em Itirapuã, das duas suspeitas notificadas neste ano, uma foi confirmada. Ao receber a confirmação do caso de dengue, a Vigilância Epidemiológica de Franca iniciou o trabalho de bloqueio do mosquito Aedes aegypti (transmissor de dengue) na região do Jardim Noêmia, onde mora a paciente infectada. “Nossos agentes pulverizaram e retiraram todos os possíveis criadouros encontrados quarteirões próximos à residência”, disse o chefe de Vigilâncias, Fernando Baldochi. O trabalho continuará em toda a cidade para evitar a proliferação do mosquito. “Vamos trabalhar em conjunto com a Secretaria de Obras e Meio Ambiente para realizar arrastões em toda a cidade para coletar entulhos e objetos que servem de criadouros do mosquito”, disse Baldochi. Já o secretário de Saúde de Itirapuã, Daniel Faria, até a tarde de ontem, ainda não tinha conhecimento do caso de dengue que foi confirmado naquela cidade pela Secretaria Estadual de Saúde. “Realmente tínhamos dois suspeitos na cidade, mas ainda não fui informado que um deles foi confirmado”, disse. A “guerra” contra o mosquito já começou naquela cidade. O objetivo é erradicar possíveis focos do Aedes aegypti e de criadouros (como garrafas, pneus, latas, entre outros). “Os agentes de saúde do Programa de Saúde da Família aproveitam as visitas domiciliares para orientar as pessoas sobre o combate ao mosquito”, disse Daniel Faria. As demais cidades da região não registraram nenhum caso neste ano. Mesmo assim, o trabalho não pára. Em Rifaina, até mesmo as casas de turistas são vistoriadas. “Entramos em contato com os donos para pedir autorização para entrar”, disse o enfermeiro-padrão Ricardo de Almeida. Em Patrocínio Paulista, a Vigilância Sanitária está confeccionando um livro sobre os riscos da dengue para ser distribuído nas escolas.

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