A posição de líder do prefeito obrigou o vereador Jepy Pereira (PSDB) a se submeter a uma situação constrangedora: tentar defender um projeto de lei sem qualquer interesse popular e nem apoio. Enquanto estudantes e todos os demais parlamentares discursavam contra a iniciativa, Jepy tentava articular. Só não tinha com quem fazer isso. Nem mesmo os outros vereadores do PSDB compactuaram com ele.
Outra “piadinha” que Jepy teve de aturar foi quando a discussão girava sobre a polêmica troca de hidrômetros. Gilson Pelizaro usava a tribuna e criticava a Sabesp. Eis que o tucano entra no assunto e diz que a conta de água de sua casa abaixou com a substituição do equipamento. O petista, então, disse que era só a dele e que isso era “coisa entre tucanos”, uma ironia em relação ao vereador Rui Engrácia, do PSDB, gerente da Sabesp em Franca.
Fora isso, Jepy tem passado mais constrangimento fora do plenário. Ele é alvo de uma representação por quebra de decoro parlamentar, por ter reconhecido que mantinha dois assessores em seu gabinete dividindo um só salário. Ele apresentaria ontem sua defesa ao Conselho de Ética.
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