Além de técnico, Carlos Espinoza era também uma espécie de cartola da Santacruzense. Com duas derrotas no currículo, uma por 2 a 1 contra o Nacional, e o outra por 3 a 0 diante do Palmeiras B, ele foi demitido nesta semana do clube. Sem muitas opções, a diretoria optou pela receita caseira e contratou Éder Sanches, morador em Bernadino de Campos, vizinha à cidade de Santa Cruz do Rio Pardo.
Ele é ex-jogador e terá sua primeira experiência como treinador.
Para ajudá-lo também foi contratado o auxiliar Aldo Cavalari, ex-atleta do Marília e da própria Santacruzense e que já treinou interinamente o clube.
Para piorar, sete jogadores contraíram virose na última semana. Ficaram em recuperação no departamento médico, mas três não têm condições de jogo. Dois deles são peças chaves no elenco: o meia Liminha e o atacante Chokito. É nessa conturbada situação que a Santacruzense enfrenta a Francana hoje.
Um dos temores dos torcedores da cidade é que com a saída de Espinoza, parte do elenco fosse embora. Foi o técnico, em conjunto com empresários, que montou o time e contratou atletas. O presidente Pedro Miguel Lombardi fez questão de afastar essa hipótese em entrevista ao jornal Debate.
O único treinamento feito por Sanches com a nova equipe, que saiu da formação 3-5-2 para o 4-4-2, foi contra o Marília. Houve empate em 1 a 1. Segundo o repórter da Band FM, Cláudio Antonioli, a expectativa é de 3 mil torcedores no estádio, reformado com apoio da iniciativa privada.
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