A Polícia Civil determinou que fosse exumado o corpo da professora Shirley Vilaça dos Santos, 51, para investigação da denúncia de possível assassinato. Shirley foi encontrada morta no último dia 4 janeiro, dentro de seu apartamento no Parque Vicente Leporace. Na ocasião, o laudo médico apontou morte natural por causa indeterminada. Familiares da professora denunciaram que ela vinha recebendo ameaças. Diante da dúvida, novos exames foram feitos. O resultado deverá sair num prazo de 30 dias.
O pedido de exumação foi feito pelo delegado Hélder Rodrigues, do 5º Distrito Policial. As denúncias de uma pessoa da família levantaram dúvidas sobre a morte da professora. Shirley teria dito que estava recebendo ameaças. “Essa informação chegou até nós e para que não haja nenhuma dúvida pedi a exumação e um novo exame do médico legista”, disse o delegado Hélder Rodrigues.
Ontem, por volta das 6 horas, funcionários do Cemitério Santo Agostinho desenterraram o corpo da professora. Seus restos mortais foram levados para o SVO (Serviço de Verificação de Óbito), onde foram submetidos a novos exames. Uma prima de Shirley, a hoteleira Sueli de Freitas, 43, acompanhou os trabalhos e disse que a morte da professora tem que ser melhor investigada. “Convivi com ela nos últimos tempos e ela me disse que tinha muito medo de ser morta”, disse Sueli.
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