Perfil: 17 anos, viciado, mora na periferia


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Moro na Vila Aparecida, próximo à Avenida Brasil. Estou – e estamos nós, os moradores – horrorizados com a quantidade de crianças e jovens envolvidos com drogas, sejam usuário ou vendedores. Reúnem-se nas esquinas das ruas e ali ficam comercializando e vigiando o movimento das pessoas de bem. Estamos reféns e somos, a cada dia, alvos desses marginais. Não podemos imaginar o que podem fazer contra nós e ou contra nossos familiares. Deixamos nossas casas para trabalhar e eles continuam por ali, espreitando. Repito: podemos, a qualquer momento, ser barbarizados ou roubados. De vez em quando a Polícia Militar dá revista, repreende, mas logo que se vão, continua tudo na mesma situação: enrolam tranqüilamente seus cigarros de maconha e fumam na nossa cara; contratam a venda de drogas na nossa frente, fazem gestos obscenos e os direcionam a nós, ameaçam-nos com gestos. Nós, só observamos, assim mesmo, de rabo de olho (sic), com medo. Quanto entramos em casa, pedimos proteção a Deus. Há solução? Acho que os pais desses adolescentes deveriam ser acionados e intimados a cuidarem da vida social dos seus filhos, ou então, que os colocassem para fazer o que fazem em frente de nossas casas, na frente da casa deles. Nós, que integramos a sociedade, temos de pagar ônus por aqueles que não trabalham e não produzem. Cospem nas nossas caras e temos que ficar quietos. Clamo às autoridades francanas. Olhem para o nosso problema e façam isso rápido, porque a cada dia o fato se alastra mais. E olhem que não havia isso há um ano. (Leia a matéria que deu origem ao comentário em http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=25996). A. lê o Comércio da Franca

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