Entre as cidades da região, a que mais perdeu produção de milho foi Batatais. Dados do IBGE apontam que em 1996 eram 23 mil hectares utilizados para a cultura. Em dez anos, a área caiu para 3 mil. Na seqüência aparece São José da Bela Vista, que passou, entre 1996 a 2006, de 4 mil alqueires para 650.
A produção, no entanto, não caiu da mesma forma que a área plantada. Enquanto o número de hectares utilizados pelo milho sofreu uma queda de 60%, a quantidade de toneladas produzidas teve um revés de 23,95%. A justificativa seria o desenvolvimento da tecnologia de melhoramento genético, desenvolvida principalmente pela Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuárias). Um bom exemplo deste aumento de produtividade pode ser sentido em Restinga que, apesar de ter havido uma queda de 260 alqueires, viu sua produção crescer de 8 mil para 12 mil toneladas de milho produzidas nos dez anos da pesquisa (1996-2006).
Na contramão da tendência regional, Claraval, Franca, Pedregulho e Rifaina tiveram sua área de produção de milho expandida. Dentre estas cidades, o maior aumento percentual foi notado em Rifaina.
Na cidade limite do Estado, a área plantada em 2006 cresceu quatro vezes o que era em 1996, passando de 100 hectares para 400. Em Franca, a produção passou de 1.200 para 1.550 hectares, em Claraval de 967 para 1.850 e em Pedregulho de 1.100 hectares para 1.600.
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