Herói do empate de 1 a 1 da Francana diante do Votoraty, na sexta-feira, o atacante Milton disse que sua rotina de trabalho permanecerá intensa. Ele foi o jogador mais criticado pela torcida na estréia da Veterana, no dia 26. Depois do inferno, o céu: marcou o gol em Votorantim aos 50 minutos do segundo tempo e chorou, desabando sobre a pressão que vinha sentindo. No sábado, depois da forte emoção, demonstrou humildade. “Não fiz nada mais que minha obrigação. Meu objetivo é ajudar a Francana”.
Nesta segunda partida do clube, ele foi o único atacante da equipe. “Quando erro um gol, o torcedor fica chateado e eu fico cem vezes mais”, disse, em entrevista por telefone, no sábado. Logo depois do jogo, Milton e o restante do elenco ganharam folga até a tarde de segunda-feira.
O atacante contou que a vibração pelo resultado de sexta-feira parecia com a de um título. “Foi bom ver a vibração do Cabeça (massagista), do Gordinho (roupeiro), dos diretores, dos jogadores e da comissão técnica”.
Ele reconheceu que na semana que antecedeu a partida contra o Votoraty viveu sob forte tensão. “Não durmo nessas situações”, contou. O colega de grupo de Milton, o meia Gilmar Baiano, participou do programa Mesa Redonda, da rádio Difusora, no sábado, e confirmou tudo. “Foi uma pressão que ele sentiu, mas durante a semana o Milton trabalhou forte”, comentou.
Os treinamentos da equipe recomeçam na terça-feira pela manhã. O lateral-direito Paulo Souza e o atacante Robson Lino devem se apresentar na segunda-feira pela manhã. No domingo que vem, a Francana joga contra a Santacruzense, fora de casa.
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