Chega de esperar! O Carnaval, uma das festas populares mais famosas e animadas do mundo, já começou. E para dar conta de tanto agito fique de olho nas dicas que o Se Liga reuniu para você.
Para manter o pique, uma das mais importantes é cuidar da alimentação. Então, abuse dos alimentos que contenham carboidratos ou invista pesado nas saladas e frutas. Fritura, nem pensar!
Hidratar o corpo também é regra básica e para ‘regar’ as células, não invente. Nada é melhor que água. Os sucos, a água de coco e os isotônicos também combinam.
O refrigerante alivia a sede mas não hidrata, assim como a cerveja. Essa, além de ser uma bebida calórica, é diurética fazendo com que a pessoa elimine rapidamente os líquidos corporais pela urina, o que pode causar a desidratação.
E quando o assunto é cerveja, o cuidado para não pagar micos deve ser redobrado. E para ajudar nessa tarefa, algumas dicas podem fazer toda a diferença. “Intercalar a cerveja com água, por exemplo, faz com que a pessoa beba menos. Uma torradinha também ajuda porque faz com que o nível de açúcar no sangue da pessoa aumente e volte ao normal evitando a hipoglicemia”, garante a nutricionista Ana Carolina Maretto.
“Para curar a ressaca, além de beber bastante água e fazer uma alimentação leve, a pessoa pode comer bastante melão e melancia”, disse ela. Outra alternativa, segundo a profissional, é o milagroso chá de dente-de-leão. “Essa erva é horrível, mas resolve. Ela protege o fígado e faz com que o organismo elimine as toxinas do álcool”.
Os churrasquinhos, queijos coalhos, sacolés, salgados e sucos consumidos durante a festa também deveriam estar na lista de precauções dos foliões. As condições de armazenamento e preparo destes produtos podem não estar de acordo com as normas de higiene e aí evitar as intoxicações alimentares e as infeções gastrointestinais é quase impossível.
Já para os que estão torcendo para o sol dar as caras nesse feriado, as recomendações são evitar os horários de pico e não se esquecer do protetor. “Das 10 às 16 horas, a gente orienta para que as pessoas não tomem sol. Para os que não resistem, resta se proteger, usando bonés e camisetas e, nas áreas expostas diretamente ao sol, o protetor, indispensável até em dias nublados”, disse o dermatologista Sérgio Tasso.
Para Tasso, as pessoas devem ainda ficar atentas às tintas, sprays, maquiagens e as famosas tatuagens de henna. “Algumas dessas substâncias podem ser tóxicas, o que causa sérias reações alérgicas”.
E na hora “H”!
No Carnaval, a azaração também faz parte da festa e para se proteger contra as doenças sexualmente transmissíveis, inclusive a Aids, e contra uma gravidez não programada, a ginecologista Vera Regina Gói é objetiva. “Camisinha e ponto. Ela é a solução”.
As camisinhas são vendidas em qualquer farmácia ou loja de conveniência da cidade a partir de R$ 2. Durante o Carnaval poderão ser retiradas gratuitamente nas 14 Unidades Básicas de Saúde das 7 às 19 horas.
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