Com certeza tem muito pouco serviço na delegacia de Ribeirão Corrente. O investigador tinha tempo de sobra para perder com as meninas desocupadas. E os pais delas? Não sabiam o que estavam fazendo? Acho que elas não são vítimas, visto que, o investigador não as obrigava a nada. Ele, sim, é vítima, pois sofrerá as consequências do que fez. Já pensaram, o emprego que ele vai perder? A moleza que vai deixar? Será difícil conseguir outro.
Maria Antônia
é leitora do Comércio da Franca
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Diante desse vergonhoso acontecimento tenho que concordar com a senhora Regina Leite (leia carta da leitora em http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=26084). A despeito de defender a atitude do policial não se pode deixar de analisar a culpa e a responsabilidade que competem aos pais dessas garotas que, por omissão, passarão a simples vítimas. Outro fato que se depreende do acontecimento é guardar razão ao Ministério Público que cobra responsabilidade do Estado por dotar as pequenas cidade com um delegado titular. Gostaria que esse fato não se resumisse simplesmente a mais outro escândalo mas, sim em oportunidade para Polícia exercer seu mister.
Carlos Eduardo Andrade
é leitor do Comércio da Franca
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Acho que o ocorrido é lamentável e passível de pena exemplar! O que não concordo é que se queira punir o delegado responsável pela delegacia! Ele é uma das mais corretas e incorruptíveis pessoas que conheci ao longo de minha vida! Obviamente o fato deu-se na ausência dele. E ele não estava ausente por desídia, mas por excesso de atribuições! Não julguemos sem que os fatos sejam investigados!
Olney
é leitor do Comércio da Franca
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O mundo está acabando mesmo, e o caso é a prova. Os profetas sempre disseram que no fim dos tempos iriam acontecer coisas que nem acreditaríamos...
Antônio Fernando Martins
é leitor do Comércio da Franca
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