Marcas da maldade


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É muito mais nobre e humano dar carinho e atenção a um ser vivo e indefeso que vê-lo em uma situação tão horrível como foi mostrada na reportagem do dia 23 de janeiro (leia em http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=25841). Mas até que ponto, as “marcas da maldade” podem ser condenadas já que as políticas públicas da Vigilância Sanitária destinam aproximadamente R$ 20 mil reais por mês para o extermínio de cachorros e gatos? Por que não conciliar a ação do poder público municipal e a atuação dos movimentos sociais em um projeto que respeite os animais domésticos em nossa cidade? O que está faltando para que isso ocorra como em tantas outras cidades como Ribeirão Preto? Enquanto nenhuma postura é tomada neste sentido, mais de dois mil animais foram sacrificados no ano passado. Maristela Capel Cintra é leitora do Comércio da Franca

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