É preciso que haja fiscalização séria nessas casas de jogos. Não são apenas dois os jogos perigosos e prejudiciais à personalidade de jovens e adolescentes. Há mais. Para coibir problemas ainda mais graves, a fiscalização teria de agir também nos chamados “corujões” das lan houses. Neles, crianças de 12, 13 anos jogam da meia-noite às seis da manhã, apesar de todas as proibições. É uma pena que existam proprietários desse tipo de comércio, como o que falou à reportagem do Comércio, penso eu, só preocupados com seus ganhos (leia em http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=25706).
Ana Célia de Freitas
é educadora e integra o Conselho de Leitores do Comércio
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