Poucos votos colocados nas urnas e muito bate-boca. O primeiro dia da eleição do Sindicato dos Servidores foi marcado por confusões. Além da chuva forte, que na manhã de ontem atrapalhou o itinerário das urnas volantes, a chapa da situação - única que concorre ao pleito - se viu às voltas com uma verdadeira ‘campanha’ para tornar a eleição um fracasso.
Membros da chapa 2, que até um dia antes do início do pleito estavam prontos para a disputa, saíram a campo na tentativa de convencer os servidores a não votarem. A idéia é fazer com que a chapa 1, encabeçada por José Nhozinho, o “Paraná”, não consiga atingir o quórum, que é de 50% dos votos mais um.
Para se proteger legalmente, “Paraná” afirma que registrou boletins de ocorrência de preservação de direito contra seu adversário, o fiscal sanitário André Szabo. No final da tarde, quando a situação parecia estar tranqüila, uma nova confusão.
Szabo acionou a Polícia Militar para comprovar a realização de boca-de-urna na Secretaria de Obras e Serviços. Dessa vez não teve êxito. “Eles (membros da chapa 1) saíram do local antes da chegada da PM”, disse Szabo.
A VOTAÇÃO
Enquanto as confusões agitam os bastidores da eleição do Sindicato, os servidores continuam votando. A eleição segue até amanhã, às 17 horas, quando começa a contagem dos votos. Têm direito ao voto mais de 1,4 mil servidores. Cinco urnas estão disponíveis em Franca. Uma delas permanece fixa na sede do sindicato, que fica na Rua Santos Pereira, 311, Cidade Nova. As outras percorrem os setores da Prefeitura. Outras quatro urnas estão nas cidades de Cristais Paulista, Itirapuã, Ribeirão Corrente e Pedregulho, onde o sindicato atua.
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