Vivo dizendo que tudo isso vai acabar em pizza. Aliás, agora, terão que comprar ainda do produto porque a turma está aumentando. Quanto mais investigação houver, maior será o risco de quebrar o caixa da Câmara, tal a quantidade de pizzas que vão ter que comprar!!! (Leia a matéria que deu origem ao comentário em http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=26010)
Ailton
é leitor do Comércio da Franca
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Mambrini tem razão. Se na interpretação do MP há falta de prova em caso congênere, pouco o amedronta a possibilidade de cassação. O cidadão não deve se iludir achando que vai-se fazer justiça e que teremos vereadores punidos, pois mais que sejam contundentes os fatos ainda assim o desfecho será político. E querendo ou não, um dos envolvidos foi presidente da casa, tem cargos de sua cota nomeados na Prefeitura, o que torna a base da situação devedora a ele. Outro, que mais se compara a água morna é irmão de deputado estadual. Ou seja: mesmo que as investigações foquem na quebra do decoro, nenhum vereador vai fugir de votar politicamente. No caso do Jepy, o promotor diz que falta prova e tem razão: seria como ver uma pessoa ser assaltada à mão armada e não dar queixa. O delegado não terá como enquadrar o meliante, pois sem queixa, não há vítima. No caso, a vítima seria o assessor que divida seu ordenado com outro e que não prestou queixa. Estou confiando muito no trabalho do vereador Gilson Pelizaro, relator da Comissão de Ética: mesmo que não haja punição, tomaremos conhecimento do que acontece na casa do Joaquim.
Ademir da Rosa
é leitor do Comércio da Franca
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