O jogo Counter-Strike não foi o único a ser proibido no Brasil. O RPG (Role Playing Game) on-line chamado EverQuest também não pode mais ser vendido no País desde o dia 17 de janeiro.
O jogo, distribuído pela Sony, é pouco conhecido por aqui, mas, segundo a Justiça Federal de Minas Gerais, leva seus jogadores a desvirtuamentos e conflitos psicológicos, pois se passa em um mundo de fantasias onde a tarefa principal é matar monstros.
Antes destes, porém, outros jogos foram banidos das prateleiras e computadores de lojas especializadas. Carmageddon, Postal e Grand Theft Auto são alguns deles. Todos suspensos pelos mesmos motivos: excesso de violência e cenas agressivas.
Mas não é apenas a proibição de alguns jogos que tiram seus defensores do sério. Para eles, a escolha da justiça está um tanto equivocada, uma vez que existem jogos bem mais sangrentos disponíveis no mercado que os proibidos.
O GTA foi o mais lembrado pelos entrevistados. Ele se passa em um cenário urbano, onde o jogador precisa controlar a vida de um ex-presidiário. Para alcançar outros níveis, o jogador atropela pedestres, usa droga, assalta bancos, destrói casas e assassina pessoas.
“Esse sim é perigoso; é o pior. Joguei uma vez mas não gostei, não. Ele ensina a roubar, matar e até a vender droga”, disse Carlos Cesar Costa, 21, o Firmeza.
No mercado, jogos como Halo, Metal of Honor e Battlefield, que possuem conteúdo parecido, continuam à venda.
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