Apesar da queda no ranking, os números divulgados pelo IBGE foram bem recebidos pelo setor calçadista. O motivo é o saldo positivo de 1,7 mil vagas em Franca, bem superior ao constatado em 2006, quando foi apenas de 238.
Nos dois anos, o setor de indústria de transformação teve saldo negativo, só que enquanto em 2006 este saldo foi de 1.978, em 2007 ele caiu para 18. “A estabilidade, a nosso juízo, já é um ponto para começar a crescer. No saldo pode aparecer esta pequena diferença, de 18 empregos, mas isso para mim é uma estabilidade e esse ano, conforme a gente já previa, vai ser de crescimento. Se você lembrar, em 2004 a 2006, era só queda”, diz o presidente do Sindifranca (Sindicato da Indústria Calçadista de Franca), Jorge Félix Donadelli.
O presidente do Sindicato dos Sapateiros de Franca, Paulo Afonso Ribeiro, também aponta uma melhora no quadro de emprego da cidade. “Isso mostra que 2007 foi melhor do que 2006, já que tivemos em torno de 1,7 mil vagas criadas enquanto em 2006 foram duzentas e poucas. É um avanço muito expressivo e mostra que a crise, se é que existe, não é tão grave quanto os empresários pintam”.
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