Empresário indiano visita o ‘Comércio’


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O presidente da Pressline India, Satish Bajwa, observa o funcionamento da rotativa vendida por sua empresa ao jornal
O presidente da Pressline India, Satish Bajwa, observa o funcionamento da rotativa vendida por sua empresa ao jornal
O Grupo Corrêa Neves de Comunicação recebeu na manhã de ontem a visita do presidente da Pressline Índia, empresa fabricante da máquina rotativa do Comércio da Franca. Pela primeira vez no Brasil, o indiano Satish Bajwa, chegou à Franca na quarta-feira à noite, depois de passar quatro dias em Brasília, vindo de Dubai, no Oriente Médio. Segundo ele, a viagem foi planejada especialmente para que pudesse visitar as novas instalações do jornal, onde funciona a terceira e mais nova rotativa montada no Brasil pela empresa. “Queremos garantir o bom funcionamento do equipamento e posso assegurar que vamos cooperar de todas as formas possíveis para que seja realmente um sucesso”, disse Bajwa. Ainda de acordo com o indiano, o parque gráfico do Comércio está entre os mais bonitos e bem planejados que ele já viu. E não foram poucos. A Pressline produziu até hoje cerca de trezentas máquinas para diversos países asiáticos e também para Rússia, Romênia e Argentina. “Na Índia, temos aproximadamente 70 funcionários que produzem quase três rotativas como essa por mês e todas são vendidas rapidamente. Durante o processo de importação da máquina adquirida pelo jornal, a burocracia fez com que sua entrada no País demorasse mais que o esperado, já que as peças ficaram retidas no porto de Santos esperando liberação pela Receita Federal. O Brasil não mantém acordo comercial com a Índia, o que poderia permitir maior agilidade na liberação dos trâmites alfandegários. Um dos motivos da visita do empresário a capital federal tem motivo econômico. Bajwa foi discutir com autoridades brasileiras como o equipamento pode ter seu tempo de espera reduzido para entrar no Brasil. A procura por equipamentos de impressão colorida aumentou muito nos últimos cinco anos”, disse ele. Neste ritmo, sustenta o empresário, o preto e branco deve desaparecer das páginas dos jornais até 2010. MODERNIZAÇÃO A rotativa Pressline do Comércio foi importada da Índia e custou R$ 2 milhões. Em 13 de setembro de 2007, a máquina foi acionada pela primeira vez pelo ex-governador Geraldo Alckmin durante a inauguração do novo prédio do Grupo Corrêa Neves de Comunicação. As três torres da Pressline 30 possibilitam a impressão de 35 mil cadernos com até 16 páginas por hora, mais do que o dobro da capacidade da rotativa anterior. Para leitor e assinante, a rapidez da impressão significou agilidade na entrega, permitindo que o jornal seja entregue mais cedo.

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