Coreano quer vender mel e própolis francanos na Ásia


| Tempo de leitura: 1 min
Abdalla Neto, da Fauna & Flora mostra produtos para o coreano David Kim e o intérprete Carlos Nascimento
Abdalla Neto, da Fauna & Flora mostra produtos para o coreano David Kim e o intérprete Carlos Nascimento
O coreano David Kim, 54, agente de exportação, vive no Brasil há cinco anos. Ele trabalha com couro, mas depois de conhecer os produtos feitos com mel e própolis pela empresa Fauna & Flora, de Franca, está decidido a investir em outro filão. A partir de março próximo, pretende iniciar a venda das mercadorias francanas em Seul, na Coréia do Sul. A intenção do estrangeiro é faturar US$ 2 milhões por ano com as vendas dos produtos. As negociações com a Fauna & Flora começaram em maio de 2007 e só agora estão sendo finalizadas. “Na cultura oriental, é muito comum o consumo deste tipo de produto como preventivo. Lá, gasta-se muito para preservar a saúde. Outros países produzem essas mercadorias, mas acredito que a de Franca tem muito potencial, pois o Brasil é conhecido por sua fauna e flora fortes, com itens selecionados”, disse David. A empresa tem 13 anos e produz potes de mel, própolis em spray, pastilhas e em gotas, no Jardim Alvorada. Há planos de ampliar o rol de produtos. “Pretendemos iniciar em março a fabricação de cosméticos a base de mel”, disse Abdalla Dagher Neto, proprietário da Fauna & Flora. As mercadorias são vendidas em mais de cem cidades do interior paulista. O coreano abre as exportações do grupo. Atualmente, são processadas cinco toneladas de mel por mês e feitas 20 mil unidades de produtos derivados do própolis. A matéria-prima é comprada de produtores da região. “No Brasil, o mel é usado como remédio, mas, em outros países, entra na dieta comum das pessoas, pois tem muitas propriedades benéficas, que reforçam a resistência do organismo e combate males. Estudos feitos por japoneses comprovaram que o própolis pode até combater células cancerígenas”, disse Abdalla.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários