O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo extinguiu o processo contra o vereador Genézio de Oliveira, de Ribeirão Corrente, e o manteve na Câmara. O vereador foi acusado pelo suplente, Antônio de Pádua Alves, de infidelidade partidária. Segundo Alves, Genézio trocou o PSDB pelo PMDB depois do prazo limite estipulado pelo Tribunal Superior Eleitoral. Conforme a lei, vereadores e prefeitos tiveram até 27 de março de 2007 para mudar de partido.
A assessoria do vereador confirmou a troca de legenda no fim do ano passado, mas não deu detalhes sobre os motivos que levaram Genézio a deixar o PSDB.
O processo foi julgado pelo TRE na última terça-feira e permitiu que Genézio continue no cargo. O vereador agora aguarda o julgamento do processo ingressado pelo PSDB com a mesma acusação.
O partido afirma que Oliveira trocou de legenda sem justa causa e pede que ele perca o mandato. A reportagem tentou falar com o vereador em sua residência, via telefone, mas ele não foi localizado, assim como Antônio de Pádua Alves.
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