O presidente do Conselho de Ética, Valter Gomes (PSB), garantiu que a conclusão das apurações contra Marcelo Mambrini (PMN) e Nirley de Souza (DEM) será repassada à Mesa Diretora até o dia 30, um dia antes do prazo final. “Tão logo o vereador Nirley entregue sua defesa, cujo prazo máximo é terça-feira, fecharemos o processo”, disse.
Apesar da representação do MP ter sido única, os relatórios conclusivos serão individuais, pelas diferenças encontradas nas duas situações. “As apurações são distintas e as análises serão feitas de acordo com suas particularidades”.
OUTROS CASOS
Nirley responde a processo semelhante ao de Mambrini no conselho. Sua ex-assessora, Marcia Pessoni, declarou ao MP que foi obrigada a comprar em seu nome e pagar prestações de um veículo Gol, ano 90, para o irmão de Nirley, Carlos Roberto de Souza, o Carlinhos. Como Mambrini, pode ter sua cassação indicada pelo conselho à Mesa Diretora.
Já Jepy Pereira (PSDB), réu confesso, deverá ter seu caso reaberto. Ele reconheceu, em um Termo de Declarações ao MP e em entrevista ao Comércio da Franca, que, em meados do ano passado, seu então assessor, Júlio Fábio Ricci, “terceirizava” os serviços de um segundo assessor, Dejanir da Silva, o que também caracteriza quebra de decoro parlamentar. O tucano também pode ser punido por quebra de decoro.
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