O caso suspeito do presidente da OAB


| Tempo de leitura: 1 min
Tenho pensado sobre as declarações do delegado Maury de Camargo Segui a respeito do caso suspeito da mala de dinheiro do presidente da OAB e confesso que estou confuso. Ele disse que a versão da vítima só apareceu depois do comandante da polícia ir ao Fórum pedir um mandado de busca e apreensão. Eu estava na casa de minha namorada na hora do caso e vi praticamente tudo. Na rua, o advogado intercedeu pelos dois motoqueiros dizendo que eles eram seus seguranças. Quanto à arma que os dois motoqueiros usavam era um revólver 38 de cano longo do tempo da zagaia – muito me estranha um carcereiro usar uma arma arcaica. Os policiais se esmeraram em procurar uma arma no fundo do quintal de uma casa, mas não ficou nítido para mim se aquela arma foi achada no mato da calçada da rua. A maleta estava com os ocupantes da motocicleta que a polícia pegou na hora da apreensão. Continuo dizendo que o caso é muito esquisito. Houve a presença até de duas viaturas da patrulha rodoviária junto às quatro patrulhas da infantaria. Quanto mais vivo, menos entendo as coisas. Ademir da Rosa é leitor do Comércio da Franca

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários