Morre diarista atropelada por táxi na Avenida Paulo VI


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A auxiliar de limpeza Rosemery Antônia Gonçalves, 24, vítima de acidente no sábado, morreu domingo de madrugada. Ela estava na garupa de uma moto que foi “atropelada” na traseira por um Fiat Uno dirigido por um taxista de Franca. Após o serviço Rosemery saiu com os companheiros de serviço para se divertir na casa de amigos. Por volta das 4h20 de sábado, pegou carona na moto de Egel Donizete Caetano, 28, garçom da mesma empresa em que ela trabalhava. A cerca de 500 metros da casa dela, na Avenida Paulo VI, o táxi passou sobre a motocicleta. A diarista bateu a cabeça e sofreu traumatismo craniano. Foi levada para o CTI da Santa Casa em estado grave. Morreu 24 horas depois. “Eu seguia devagar na minha mão para contornar a avenida. O carro veio com tudo e pegou a gente. Agora, a Rosemery morreu, eu me machuquei e a moto ficou destruída. Alguém precisa fazer alguma coisa”, disse o piloto da moto. O taxista Fabiano da Silva Miquelini ligou para o Comércio, ontem, e disse que não teve culpa. “Eu estava fazendo a ultrapassagem e ele balançou e entrou na minha frente sem olhar, nem dar seta”. O corpo de Rosemery foi sepultado ontem com trabalhos da Funerária Nova Franca.

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