Processo de ética entra em semana decisiva


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O processo que tramita na Câmara de Franca para apurar denúncias de quebra de decoro parlamentar envolvendo os vereadores Marcelo Mambrini (PMN) e Nirley de Souza (DEM) entra em sua semana decisiva. Na terça-feira, esgota-se o prazo para que eles apresentem suas defesas ao Conselho de Ética. O presidente do conselho, Valter Gomes (PSB), disse que a conclusão do processo, a partir da análise da defesa, será “sumária”. “No dia 22 nós matamos isso daí. É sumário. Vamos acatar a representação do Ministério Público ou não”, disse. Se considerados culpados, os vereadores terão indicada como pena a cassação de seus mandatos. Oficialmente, Gomes e os demais integrantes do conselho, Gilson Pelizaro (PT) e Donizete da Farmácia (PMN), não manifestam suas opiniões a respeito do que será decidido, alegando receio em comprometer a credibilidade do trabalho, mas o Comércio apurou que pelo menos dois membros, que seriam Gomes e Pelizaro, estão dispostos a passar a decisão para o plenário. Donizete ainda estaria indefinido. Se a indicação do conselho for pela pena máxima - a cassação - o relatório será votado na sessão do próximo dia 6 e será necessário o aval de no mínimo oito vereadores para que ele seja aceito e se forme uma Comissão Processante, com poderes de levar a cassação a plenário. ‘TRANQÜILO’ Os dois vereadores foram procurados para falar sobre as linhas de defesa que pretendem adotar e a expectativa deles com o afunilamento do caso. Mambrini tentará apontar para contradições na acusação do MP e disse estar . “Se for para se fazer Justiça acredito que tenho 100% de chances de ser absolvido”, afirmou. Nirley também foi procurado, pelo número de seu telefone celular, na manhã de sábado, mas não foi encontrado.

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