Por muitos anos um grupo feminista autodenominado “Católicas pelo Direito de Decidir”, vem confundindo a opinião pública usando do termo “católicas”, como plataforma de apoio à cultura da morte.
Seus objetivos desviam o sentido da liberdade humana à medida que lutam para legitimar crimes contra a vida e o direito de decidir sobre a morte de indefesos, como expressão de liberdade individual. É um movimento que, travestido de libertário, vem subverter a base dos direitos humanos. Ofende não somente os fiéis católicos, mas sobretudo àqueles que esperam honestidade e franqueza num discurso público.
“Católicas pelo Direito de Decidir” no Brasil é uma Ong sediada em São Paulo, criada em 1993. Promove os direitos das mulheres, especialmente os sexuais e reprodutivos, cidadania, relações de gênero, tanto na sociedade como no interior das religiões (principalmente a católica). Seria legítimo, frente ao Estado Democrático de Direito se não usasse do subterfúgio de se identificar como autêntica voz católica. Sua ação desenvolve-se em articulação, no plano internacional, com a Rede Latino-Americana de CDDs e com CFFC (Catholics for a Free Choice). No plano nacional se articula especialmente com as entidades, pessoas, movimento de mulheres, universidades e ações ligadas a movimentos sociais.
A Ong CDD é a filial brasileira da Catholics for a Free Choice (CFFC/EUA) fundada por Francis Kissling em 1970, no Estado de Nova York, primeiro a legitimar o aborto por livre demanda, até os cinco meses de gravidez. Essa liderança a obrigou a abandonar o convento das Irmãs de São Jose, nos Estados Unidos, após o que passou a dirigir uma das maiores clínicas de aborto em Nova York.
Como a Igreja Católica se opunha à lei abortista, era preciso criar forças para combatê-la. O primeiro ato público do grupo foi ridicularizar a Igreja Católica, coroando uma feminista na escadaria da Catedral São Patrício em Nova York, com o título de papisa Joana I. Seu primeiro endereço nessa cidade foi coincidentemente instalado na sede da proprietária da maior cadeia de clínicas de aborto na América do Norte. São financiadas, a exemplo da congênere do Brasil, por fundações de controle demográfico, de onde recebem vultosas quantias, a exemplo da Ford, Playboy e McArthur.
Quanto à liturgia, a CFFC/EUA assume uma série de rituais e práticas da Nova Era: são devotas do ídolo feminista Sofia (a deusa da Sabedoria) e compõem poesias em honra a Lúcifer. O aborto é tratado como um ato sagrado; são recitadas orações a ‘Deus Pai e Mãe’ enquanto a mulher que está abortando é abençoada, abraçada e encorajada a salpicar pétalas de rosas.
Conta-se que uma ex-freira, de nome Diann Neu, elaborou uma cerimônia pós-aborto, em que a mulher abre uma cova no jardim e deposita os restos mortais do seu bebê dizendo: “Mãe Terra, em teu seio depositamos esse espírito”. Francis Kissling, que foi presidente da CFFC durante anos, explicou em uma entrevista, o porquê da Igreja Católica ser o alvo chave. “A perspectiva católica é um bom lugar para começar, tanto em termos teológicos, sociológicos e filosóficos. Sua posição é a mais desenvolvida.
Assim, refutando a posição católica, você refuta todas as demais. Se derrubar a posição católica você ganha”, finalizou.
Preparam uma nova investida com uma publicação em espanhol, igualmente confusa: “Y Maria fué consultada para ser Madre de Diós”, apresentando Maria como símbolo do direito de decidir sobre a prática do aborto. Agora, que já conhece, você decide! (com base em texto do padre Luiz Carlos Lodi da Cruz, disponível no site Mídiasemmáscara, através do link http://www.midiasemmascara.com.br/print.php?id=6297)
INFILTRADAS!
“Mulheres pelo Direito de Decidir - Brasil”, compartilha o mesmo endereço da CNBB - Sul 1, à Rua Sebastião Soares de Faria no.56, em São Paulo, só que no 6º andar. O fato tem gerado perplexidade já que o prédio pertence à Ordem Carmelita. Lembro que a matriz americana tinha como vizinho de sala a sede da maior rede de abortos dos EUA. Essa associação deve manter ativistas infiltradas. Exemplo: a CNBB mandou fazer um DVD com o cartaz da Campanha da Fraternidade “Escolhe Pois, a Vida”. No bloco IV do vídeo ‘Em Defesa da vida: pontos de vista’ está uma fala de cinco minutos criticando a Igreja Católica. Locação ou infiltração, causa perplexidade essa vizinhança politicamente incorreta!
CATÓLICOS CONFUNDIDOS
O poder econômico mundial e os projetos de controle demográfico (vide Relatório Kissinger) a serviço da dominação, procuram ter um alcance muito grande principalmente no interior da Igreja, procurando confundir o público. Paróquias, dioceses, universidades católicas, meios de comunicação e casas legislativas - acontecem movimentações do MDD-Br em todo lugar a fim de dar a entender que é possível ser católico e promover a cultura da morte. A encíclica de João Paulo II, Evangellium Vitae, demonstra que os ensinamentos da Igreja são contra essa cultura de morte e o aborto sempre será algo mal por implicar a morte deliberada de um ser humano inocente! Por isso cuidado, meu bem, há perigo nessa esquina também!
POR UM NOVO FEMINISMO!
A repugnância ao crime de estupro se converte em repugnância contra o inocente concebido. Esse é um sentimento humano, o primeiro após o cometimento. A criança gerada por ato de violência é tão vítima quanto a mãe e, sem dúvida, única companheira de infortúnio. “O amparo legal concedido ao aborto na gravidez ocorrida em atos de estupro faz lembrar a fábula do Lobo e o Cordeiro: ‘se não foi você, foi seu pai’, a justificativa que o lobo dá para devorar o cordeiro”, segundo afirma Suely Caramello, em seu livro ‘Por um novo Feminismo’, da editora Quadrante, São Paulo.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.