Sítio, bar, casa, área de lazer. Ninguém, em lugar nenhum, está livre da ação dos bandidos que aterrorizam Franca. A onda de roubos violentos registrada na semana passada voltou a fazer vítimas no domingo. Depois de uma advogada ter sua residência invadida e de uma festa de aniversário ser suspensa por causa de ladrões, foi a vez de freqüentadores de um pesque-pague sentirem na pele os efeitos da violência. Quem também provou do terror de um assalto foi um casal de empresários morador no Bairro São Joaquim. Proprietário de um posto de combustíveis, um homem de 54 anos foi agredido e teve que ficar internado.
O violento roubo aconteceu na madrugada de domingo e teve como vítima um casal. Os moradores foram acordados por dois homens armados com faca. Eles anunciaram o roubo e exigiram que abrissem o cofre. O empresário ASC, 54, dono de um posto de combustíveis de Franca, foi agredido com uma barra de ferro e sofreu ferimentos na cabeça.
A ação dos marginais foi bastante violenta. O golpe no empresário fez com que ele perdesse os sentidos. Ele a a mulher foram amarrados e trancados num cômodo da casa. Os ladrões levaram objetos eletrônicos e dinheiro.
Após o roubo, as vítimas precisaram de atendimento médico e foram levadas para um hospital da cidade. ASC ficou internado até o final da manhã de ontem, quando recebeu alta hospitalar.
Na noite de domingo, por volta das 22h20, foi a vez do pesque-pague “Três Porteiras”, localizado às margens da Rodovia Ronan Rocha, ser vítima de assalto. Três homens armados invadiram o local e renderam duas pessoas que estavam no bar. Na seqüência, seguiram para a casa do caseiro e também o mantiveram como refém.
Trancaram as vítimas em um cômodo e roubaram um notebook, três celulares, um cofre, uma mochila com documentos pessoais e R$ 820 em dinheiro. Quando as vítimas conseguiram se soltar, os ladrões já haviam fugido sem deixar pistas. A polícia acredita que um quarto indivíduo tenha dado cobertura e auxiliado na fuga.
As ações dos criminosos estão sendo investigadas pelos agentes da DIG (Delegacia de Investigações Gerais). O delegado Wanir José da Silveira designou duas equipes para tentar encontrar os marginais.
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