Dois homens casados se divertiam em um pagode, domingo à noite, e conheceram um mulher despojada, aberta a novas idéias na cama. Combinaram uma farra e resolveram colocar em prática uma fantasia erótica em um motel da cidade.
Exceto os três participantes, ninguém sabe ao certo o que aconteceu entre quatro paredes. A verdade é que a festinha terminou em confusão. Antes do trio deixar o motel, a camareira foi vistoriar o quarto.
Encontrou uma toalha e um lençol queimados por cigarros. Um abridor de garrafas também havia desaparecido. A mulher avisou ao proprietário e os namorados foram impedidos de sair.
Todos voltaram para o quarto e foram ver o que tinha acontecido. Os acusados negaram ter danificado os jogos de cama e sugeriram que os estragos já poderiam ter sido feitos anteriormente por outras pessoas. O abridor de garrafas acabou sendo encontrado debaixo do colchão.
Como não houve acordo e as partes se recusaram a pagar o prejuízo, a polícia foi chamada e conduziu os dois homens e a mulher para o Plantão Policial. Lá, a maior preocupação do trio foi manter a identidade sob sigilo. Após dar esclarecimentos, foram liberados. Ao dono do motel não restou outra alternativa a não ser comprar novos lençóis e toalhas.
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