Chegar em casa e encontrar um “Ricardão” escondido já é dolorido. Imagine, então, se deparar com dois no interior de um guarda-roupas? Foi justamente o que aconteceu com um chapeiro de 28 anos. Ver a mulher amada sentido prazer nos braços de outro(s) não foi uma sensação das mais agradáveis. Tomado por um ciúme doentio, o marido traído descontou toda a raiva na residência e promoveu um verdadeiro “quebra-quebra”.
O chapeiro AAC, 28, e a dona de casa SSA, 40, vivem uma relação instável. Depois de breve namoro, juntaram as escovas de dentes e passaram a morar juntos por dois anos. Da união, nasceu um menino, hoje com 3 anos. Por causa das constantes brigas, o casal se separou recentemente, mas não colocou um ponto final na tórrida história de amor. “A gente está naquele rolo: larga e volta, entendeu? Nunca terminamos e ela fica comigo direto”, disse ele.
Resolver visitar a mulher sábado à noite sem avisar com antecedência não foi um bom programa. Logo ao chegar, o chapeiro avistou um carro parado diante da porta e começou a coçar a cabeça. Na tentativa de limpar a área e evitar um flagrante, a mulher não deixou o companheiro entrar e pediu para ele ir comprar leite com o filho.
Desconfiado, ele refutou a idéia e pediu um copo de água. Foi proibido de entrar. “Fiquei ‘encucado’ e tentei entrar. Ela me barrou e começou a dizer que não tinha mais nada comigo. Dei a volta e já fui correndo abrir a janela. Foi quando vi dois caras escondidos dentro do guarda-roupas. Fiquei furioso. Acho que eles ficaram juntos. Se não tem nada, não precisa esconder, né, não?”
Sentindo-se o mais traído dos homens, o chapeiro descontou sua raiva nos móveis da casa. De acordo com a vítima, ele quebrou a janela e a porta da sala. O esconderijo dos “Ricardões” também foi alvo da fúria. O chapeiro nega a quebradeira. “Não quebrei nada, não. Só joguei umas pedradas dentro da casa. Uma delas acertou o guarda-roupas. Ele é até meu. Já está velho e sem as portas”.
Segundo relatos do marido traído, havia outras duas mulheres e um terceiro homem na casa. Eles teriam saído tão logo ele chegou. Já os homens do guarda-roupa, que estavam vestidos, aproveitaram a confusão e também saíram de fininho em busca de outro abrigo mais seguro.
Com escoriações no braço e ombro esquerdos, a dona de casa denunciou o companheiro à polícia e passou pelo exame de corpo de delito. Alegou que apenas recebia visitas em casa e que ele ficou com ciúmes. O chapeiro também esteve na delegacia e negou as agressões. Disse que gosta muito da mulher, mas que não quer saber mais dela. “Nem se me procurar, vou aceitar. Tenho que criar vergonha na minha cara”.
O fim de semana de desacertos amorosos ainda reservou outra história pitoresca. Dois homens resolveram se divertir com uma mulher em um motel. Extrapolaram os limites do prazer e a “orgia” foi parar na delegacia.
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