O gerente de negócios da CPFL para a região de Franca, Clinger Barcelos Ferreira, disse que a decisão de suspender o fornecimento de energia interruptível para as empresas não foi isolada. Integra, segundo ele, orientação da agência reguladora do setor, a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica).
As chuvas no ano passado não teriam sido suficientes para que os reservatórios subissem a ponto de gerar produção extra de eletricidade.
De acordo com Ferreira, nova oferta de energia a preço subsidiado à indústria dependerá de um período satisfatório de chuva.
Ferreira negou que a suspensão tenha ocorrido porque a CPFL prepara um reajuste para os consumidores industriais. “Não se trata de uma negociação. Foi uma decisão de várias concessionárias e não tem nada a ver com preço. É que não há mais disponibilidade no sistema elétrico atualmente”, disse ele.
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