Para ser um segurança legalizado, todos os candidatos à profissão deverão ter sido aprovados no curso básico de formação. Esse curso custa cerca de R$ 400 e tem duração de três semanas. Lá, serão estudadas 12 disciplinas, entre elas: defesa pessoal, armamento e tiros, sistema de segurança pública e crime organizado, direito e criminalística.
Com o diploma em mãos, o segurança está autorizado pela Polícia Federal a trabalhar em qualquer patrimônio comercial ou eventos, mesmo que armado. “Mas para trabalhar armado, só se contratado por uma empresa de segurança ou se a contratante for autorizada pela Polícia Federal”, disse o gerente operacional da Sudeste Segurança e Vigilância, Alexandre Alves.
Mas a profissão não pára por aí. Muitos profissionais investem em cursos de artes marciais e passam horas na academia. Sem contar que a cada dois anos eles são obrigados a fazer um curso de reciclagem que custa em torno de R$ 150.
Além disso, os seguranças podem se especializar em outras áreas, o que além de aumentar a possibilidade de atuação também engorda o salário, que pode chegar a R$ 1,5 mil. “Além do básico, temos aqui cursos de inspetor e coordenador de segurança, extensão para transporte de valores (segurança de carro-forte), curso de escolta armada e segurança pessoal, como é o caso dos guarda-costas”, disse a coordenadora de cursos da Figueira de Almeida Formação de Vigilantes, de Ribeirão Preto, Carmelita Oliveira.
Segundo ela, o período de duração para esses cursos complementares é de no mínimo três dias e os valores variam entre R$ 180 e R$ 750.
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