Trânsito que mata


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É impressionante os riscos que o trânsito de Franca apresenta a quem ousa dirigir por nossas ruas e avenidas. Nas rotatórias, verdadeiras roletas russas. Observe bem: a preferência é de quem está fazendo a rotatória! O tempo de espera para quem está na avenida aguardando é extremamente intuitivo; avalia-se o tempo mínimo necessário para fazer o contorno. Quando você se aventura, concorre com motos, ônibus, caminhões e bicicletas, sinalização deficiente e, pior ainda, ausência de policiamento. Pedestre é rigorosamente ignorado. Entendo que a colocação de sinalização mais eficiente, educação no trânsito, radares fotográficos nos pontos de maior fluxo e principalmente presença de guardas que orientem, previnam e que punam infratores certamente contribuiriam para diminuir o número de acidentes além de melhorar a qualidade do trânsito. Luís Eduardo Marques Ferreira, Duda cirurgião dentista, integra o Conselho de Leitores do Comércio ***** No artigo “Trânsito anárquico” (leia em http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=24288) muito bem escrito pelo articulista Ricardo Veríssimo, está a dura realidade que nossa cidade enfrenta. As comparações feitas com o desenho “Corrida Maluca” evidencia a nossa “estrada”, repleta de motoristas desnorteados que têm como principal instrumento o enérgico acelerador. O problema é que cidadãos inocentes são os principais alvos desse perigo. José Ziliotti é leitor do Comércio da Franca

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