Tive que me demitir de dois empregos em 2006 por causa de atrasos ou “corridas matadas” por ônibus urbanos. Atuava como professora no período noturno e tinha que recorrer a outros meios de transporte para voltar para casa. Mesmo desempregada, ainda me vejo na mesma situação, principalmente neste período de férias escolares em que os horários dos ônibus ficam todos confusos. Acho que se a empresa de transporte coletivo de Franca tivesse uma concorrente os usuários seriam mais respeitados.
Cláudia Marcelino
é leitora do Comércio da Franca
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