Há mais de um mês, os moradores no Jardim Tropical II reclamam da situação do bairro. Depois que uma empresa parceira da Sabesp (Saneamento Básico do Estado de São Paulo) abriu trechos no asfalto para providenciar a rede de água e esgoto de um novo loteamento localizado próximo ao local, o pó tomou conta da Avenida Lizete Coelho Lourenço.
Com o tempo seco dos últimos dias, o corte no asfalto, que já se estende a mais de três quarteirões, tem feito com que a terra das obras se espalhe pela avenida e casas. Além dos automóveis, os ônibus que transitam pelo bairro fazem a poeira se alastrar ainda mais. “Eles passam aqui na porta de casa a cada 15 minutos. Para controlar um pouco o poeirão a gente tem que molhar a rua umas três vezes por dia, senão não tem quem aguente”, disse a pespontadeira Sônia Rodrigues, 48.
Na mesma situação que Sônia, a carimbadeira Daniela Rodrigues Salé, 28, sofre com o problema. “Para piorar, sofro de asma e sinusite. Fazia tempo que não tinha crise. Agora preciso comprar uma caixa de remédio a cada três dias se não quiser ir parar no hospital”.
De acordo com o gerente distrital da Sabesp, Rui Engrácia Garcia Caluz, a empresa já tem conhecimento das reclamações e, para solucionar o problema, providenciará a pavimentação da área na próxima semana. “Como esta obra está sob fiscalização da Sabesp, já pedi para o fiscal jogar uma água lá amanhã (hoje) e asfaltar o local o mais rápido possível. Semana que vem, se tudo der certo”, disse.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.