Sem pivô de força, time opta por velocidade e inteligência


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O segundo semestre de 2007 ficou marcado pelas inúmeras e infrutíferas tentativas da diretoria do Franca Basquete em contratar um pivô, seja brasileiro ou estrangeiro. Com a lacuna no elenco e contando apenas com dois pivôs (Willian Drudi e Rafael Mineiro), a solução adotada pelo técnico Hélio Rubens Garcia foi improvisar Rogério e até mesmo Márcio Dornelles na posição, além de utilizar o jovem André em algumas partidas. O ‘remendo’ parece ter dado certo, tanto que a equipe francana fechou a fase de classificação do Campeonato Paulista na primeira colocação, superando adversários que contam com pivôs de ofício, como Assis e Limeira. Agora que o torneio estadual entra na fase decisiva, o time francano terá pela frente a equipe de Araraquara, que conta com os reboteiros Daniel Filé e Lucas Tischer, especialistas no jogo de contato embaixo da cesta. Ciente da carência de pivôs no elenco francano, o técnico Chuí não descartou forçar as jogadas no garrafão francano. “Tudo depende do momento do jogo, mas é uma opção que temos para variação de jogadas”, declarou o comandante de Araraquara. Para o armador Helinho, a solução foi alterar a forma de jogar da equipe. “Infelizmente não conseguimos reforçar nosso time com um pivô e mudamos as jogadas. Nosso time ficou mais rápido e aí apareceu o jogo do William Drudi, que é um cara inteligente e que se adapta com muita facilidade às características de cada partida. Tanto que junto com o rendimento do time, o desempenho dele também cresceu”, destacou o capitão francano. Embora recuperados pelo departamento médico, Fransérgio e Rafael Mineiro voltaram a treinar, mas não devem enfrentar Araraquara. Problema maior sofre o ala Alfredo, que, além de ter contraído uma virose, também sofre com dores lombares desde o Natal. “Ele está vetado para os treinamentos e é dúvida para o jogo de domingo”, disse Francisco Rocha, médico da equipe francana.

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