PREFEITURA CEDE E FRANCA TERÁ RADARES NAS RUAS


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Realmente, o problema principal do motorista francano é a falta de educação (não usa seta, trafega em alta velocidade, os carros estão mal cuidados, dirigem falando ao celular, etc.). A multa funciona como os castigos que nossos pais nos aplicavam: que funciona, funciona e os pedagogos que pensam o contrário, que me desmintam. Meu apoio ao retorno dos radares, às blitzes e a todas as formas de fiscalização. Quem não deve, não teme. Luís Faleiros é leitor do Comércio da Franca Agora sim, o Sr. Sidnei Rocha revelou um minuto de bom senso. Já passava da hora de Franca contar novamente com radares. Penso que não deve haver aviso prévio sobre a localização. Os motoristas vão se safar e os abusos vão continuar. Ana Célia de Freitas é educadora e integra o Conselho de Leitores do Comércio Primeiro: era um absurdo o lema da campanha desse indivíduo, de que acabaria com as multas. Todo mundo está cansado de saber que os radares que existiam eram medidas de segurança; acho que só ele não percebia isso. Passou da hora de voltar à fiscalização eletrônica. As estatísticas mostram quantas vidas se perderam e teriam sido poupadas se o nosso prefeito tivesse um pouco de consciência. Então, como ele mesmo dizia: a “indústria das multas” voltou, só que para o bem de todos os francanos! Graziele é leitora do Comércio da Franca É lamentável que tenhamos que depender de punições monetárias para que nosso trânsito se torne mais seguro, ou um pouco menos inseguro. Os radares são, na minha opinião, uma máscara vergonhosa para esconder o verdadeiro e profundo problema que atinge nossas ruas: a falta de educação, a falta de preparo dos cidadãos para conviver em ambiente comunitário. A verdade nua e crua é que o trânsito de Franca, assim como o da maioria das cidades do País, esta repleto de motoristas e motociclistas irresponsáveis e mal formados, de pedestres inseguros e despreparados. O que vai acontecer é aquilo que já acontece com o cinto de segurança: o sujeito só se lembra de usá-lo quando vê uma viatura; ou com a seta - que em Franca parece ser proibida - acionada quando o “motorista” vê um fardado por perto. Com o radar é assim: diminui-se a velocidade por alguns metros para depois arrancar novamente em disparada. Enfim é um remédio paliativo para uma sociedade doente de falta de civismo e de moral. Ronaldo Pereira da Silva é leitor do Comércio da Franca

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