O comerciante aposentado Walfrido Lourenço, 71, só acreditou que era o ganhador do carro Celta na hora que viu o veículo estacionado no pátio do Grupo Corrêa Neves de Comunicação. Ele é assinante do Comércio há quatros anos e disse que não estava em casa no momento do sorteio. Por uma confusão no número do telefone, a pessoa entrevistada de manhã pela radialista Cintia Flávia não era da casa do ganhador.
Morador na Vila Flores, Lourenço ainda não sabe o que fará com o carro, mas planeja dividi-lo entre os netos. "Temos seis netos. Vamos estudar o que fazer. Quem sabe vender e dividir o valor conseguido por seis", disse ao lado da mulher, a dona de casa Flávia Aparecida Lonardi Lourenço.
Para Flávia, foi um grande presente de Natal, já que antes nunca tinham sido sorteados numa promoção. "De manhã, não tinha ninguém em casa. Estávamos num sítio em Ribeirão Corrente e chegaram contando para a gente sobre o sorteio do carro, mas achamos que era brincadeira".
Ao receber as chaves do carro das mãos da presidente do Conselho de Administração do jornal, Sônia Machiavelli Corrêa Neves, o ganhador dedicou o prêmio à mulher. "Ela que recortava, preenchia e depositava os cupons na urna toda semana".
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